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sábado, 22 de julho de 2017

Como o Pastor Ailton José Alves define os termos santidade e mundo?



Por Eliseu Antonio Gomes

Neste vídeo acima, assistimos o Pastor Ailton José Alves, presidente da Assembleia de Deus em Recife - PE. Aparentemente, defende a condição  de santidade considerando que ser santo é estar separado dos pecadores, apesar de no início dizer diferente. Eu li no Novo Testamento que Jesus Cristo se aproximou dos pecadores para apresentar a misericórdia de Deus. Como o cristão pode evangelizar sem fazer o relacionamento interpessoal?

A conversão do crente não tem como finalidade apenas fazer com que a pessoa seja uma assídua frequentadora de templos, participe de dois ou três cultos por semana, toque instrumentos ali, cante ali, entregue suas ofertas e dízimos (não critico a atitude de contribuir financeiramente) e na companhia de outros crentes ouça o palestrante entregar mensagens. Tudo isso é admirável e deve ser feito com dedicação, considerando que tais atos são formas de cultuar ao Senhor. Além de cultuar a Deus, a conversão também tem o objetivo de que o convertido aborde pecadores e fale a ele sobre o plano da salvação. Por isso, refuto a mensagem do vídeo, quanto à definição de santidade. 

A revelação da Palavra nos mostra que é preciso ser santo, sim. Mas isso significa estar separado do pecado continuado e não dos pecadores. Para preservar a santidade, a atitude correta é não se deixar influenciar pelo estilo de vida dos pecadores. Quando o crente se separa fisicamente, é totalmente nula a sua ação de sal e luz, recomendada por Jesus Cristo. A função da luz é estar entre as trevas e brilhar; a missão do sal é se dissolver na comida e nunca permanecer escondido dentro do saleiro. Crente separado de pecadores não tem condições de cumprir o mandamento de pregar o Evangelho ao mundo.

O preocupante neste tipo de pregação é não deixar às claras o que é doutrina de Jesus Cristo e o que é doutrina humana, a imposição de usos e costumes da liderança denominacional sobre os membros da igreja. O que vai além do ensino genuinamente cristão é palha e feno, não possui valor espiritual ao cristão. Não edifica a alma, embora o discurso tenha ares de coisa espiritual, porque a base do ensino não é exclusivamente a doutrina de Jesus (ver 1 Coríntios 13.10-15).

Oremos por este pastor, para que tenha condições de viver o que prega até o seu último fôlego sobre a terra. Muitos homens religiosos já preconizaram ensino assim, e com o passar do tempo sua vida e ministério não permaneceram conforme o que foi ministrado. Exigiram o que nem eles próprios tinham a capacidade de viver, e envergonharam a si mesmos.

“A religião pura e sem mácula para com Deus e Pai é visitar os órfãos e as viúvas em suas tribulações (isto é, aflições, sofrimentos) e preservar-se da corrupção do mundo” – Tiago 1.17.

Mundo, o que é? O vídeo não tem a explicação do pastor. Relembremos, então. É o sistema comportamental diabólico que faz com que os crentes ignorem o mandamento divino para amar a Deus acima de tudo e todos; é o modo de vida que faz o crente deixar de amar o próximo, deixar de amar o inimigo, deixar de reagir fazendo o bem quando o próximo tem atitudes más; é o costume de não falar bem de quem é maldizente contra nós. De nada vale seguir a doutrina de uma denominação e não cumprir a doutrina de Jesus.

E.A.G.

É válido o sacrifício de oferecer a outra face para ser esbofeteada?


Arte: James Tissot
Eliseu Antonio Gomes

Encontramos em Mateus 5.39 a orientação de Jesus de que se recebermos um tapa na face direita devemos oferecer a esquerda. Não se trata de um incentivo para ações de covardia, o Mestre ensina a agir de maneira oposta à vingança, a não fazer a retaliação do “olho por olho e dente por dente” – que na Lei de Moisés só ocorria após o infrator ser julgado e condenado, sendo que a espécie de punição era determinada pelos juízes e jamais pela pessoa vítima da violência (Deuteronômio 19.15-21). 

O problema em lidar com os radicais é esquecer que Jesus manda oferecer a outra face. Dar o outro lado do rosto nunca será sinal de fraqueza ou de se render ao opressor, mas de confiança no Deus que manda amar o inimigo e promete socorro ao servo aflito.

Sabemos bem, Estevão morreu apedrejado... Porém, temos que estar cientes que a morte do crente fiel é apenas o passaporte que o Senhor o dá para entrar no Paraíso, lugar na eternidade de descanso perfeito, paz eterna, saúde constante e outras bênçãos indescritíveis e inimagináveis. Cito o exemplo de Estevão para usar o argumento extremo neste assunto. Porém, em muitos casos, a intervenção divina se apresenta e socorre o oprimido antes que o opressor pratique a maldade que deseja praticar, e até durante a prática do mal, como aconteceu com Sadraque, Mesaque e Abednego, atirados dentro da fornalha de fogo (Daniel 3). 

Sou testemunha viva do socorro divino - sem ser merecedor de tamanho auxílio. Deus é o nosso Juiz e dá a resposta na medida justa (Salmo 94; Tiago 4.12). 

Muitos opressores são almas que se converterão, como aconteceu com Saulo de Tarso no caminho de Damasco (Atos 9.11). Cada conversão de gente opressora é uma grande derrota para Satanás. Seja instrumento do Senhor para que tais indivíduos se convertam a Cristo, responda ao mal com o bem. Confie no Altíssimo, ofereça o outro lado da face. 

Deus é contigo em todas as circunstâncias. Se o Altíssimo quiser tê-lo no Paraíso quando a face esquerda for oferecida, lembre-se das palavras contidas em Filipenses 1.21: “para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro”.

E.A.G.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Na hora da raiva a regressão ao baixo nível da carnalidade reaparece em sua reação?


Por Eliseu Antonio Gomes

Na vida de cristão não deve acontecer o extravasamento da ira por meio de agressões verbais ou físicas, porque “quem está em Cristo nova criatura é, as coisas velhas já passaram e tudo se fez novo” (2 Coríntios 5.17). Então, olhemos ao horizonte com esperança e fé nas promessas do Senhor, para não cometermos as reações próprias de quem não é espiritual, para não sermos derrotados pelas atitudes características da carne.

Cada um de nós é o reflexo de quem ama intensamente, ou daquilo que admira muito em seu íntimo. Faça uma autoanálise criteriosa, busque dentro de si a qualidade de seus pensamentos. Cada um de nós estamos permanentemente interessados em pensar com mais interesse em algumas pessoas, coisas e atividades específicas e em outras menos.

A emoção descontrolada é uma turbulência que não convém aos que servem a Deus. Assim com é inconveniente qualquer preocupação acentuada, opinião não refletida e obstinada, ideia fixa, recordação de longo prazo que atrapalhe o cotidiano, mensagem de origem secular recebida às cegas como "faça isso, não faça aquilo", fantasia recorrente, envolvimento em projeto cuja entrega pessoal é o comprometimento integral em tempo prolongado exageradamente.

Cada um de nós precisa estar consciente que a personalidade é erigida em tudo que se armazena no coração. E ter a disposição de tomar a atitude de administrar o fluxo do que trafega em sua mente, com o propósito de ocupar o precioso espaço do coração - que pertence somente ao nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo – apenas com o que é lícito, com o que é conveniente e espiritualmente edificante. Afinal, só o que é correto, bom, legítimo, harmonioso, útil e ao mesmo tempo decente, provém da mentalidade do Filho de Deus.

Meditemos: “A vereda do justo é como a luz da alvorada, que brilha cada vez mais até a plena claridade do dia” – Provérbios 4.18 (NVI).

É importante guardar o conteúdo da Bíblia no coração 

Preserve o conhecimento bíblico em sua vida. Porém, com maior profundidade do que a famosa memorização de trechos bíblicos - que sem dúvida é um recurso significativo e aceitável.

É importante manusear o Livro Sagrado, mas mais do que apenas impulsionados pela força do hábito de colecionadores de Bíblias de Estudo ou tal qual os carregadores de Bíblias casa - igreja. Precisamos incorporar as Escrituras conscientemente no jeito de ser, permitir que as Escrituras influenciem todas as atitudes ou ideias. Por quê? O escritor A. W. Tozer nos lembra que até os macacos são capazes de carregar um exemplar da Bíblia nas mãos e com ela entrar em um recinto religioso, quando treinados. 

Somos mais do que esses bichos, somos pessoas feitas segundo à imagem do Criador, capazes de desprezar toda a rispidez e abraçar a gentileza. Amemos a Palavra de Deus e estejamos de acordo com as orientações contidas nela, racionalmente. Vivamos sem as piruetas ou cambalhotas de micos, queiramos ardorosamente agir como gente crente que deseja ser imitador de Cristo e de Deus em tudo o que planeja e faz. Medite um pouco mais sobre isso: Provérbios 4.18, 23; 1 Coríntios 11.1; Efésios 5.1.

Alegria, fruto do Espírito. Inveja, hábito da velha natureza
A ira, o discernimento e o perdão
Crente irado e descontrolado
E.A.G.

Aprendei a parábola da figueira

Salônica, a Tessalônica na Bíblia, e as figueiras da Grécia moderna.

Por Josias Pereira de Almeida

"Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam, e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão" - Marcos 13.28.

Quando Jesus saiu do Templo seus discípulos se aproximaram dEle para lhe mostrar os detalhes da construção religiosa. De súbito Jesus os surpreendeu com a seguinte afirmação:

"Vocês estão vendo tudo isso? Eu lhes garanto que não ficará aqui pedra sobre pedra; serão todas derribadas".

Ao chegarem ao Monte das Oliveiras, de frente para o Templo, Pedro, Tiago e André lhe perguntaram em particular:

"Dize-nos, quando acontecerão essas coisas? E qual será o sinal da tua vinda e do fim dos tempos?

Jesus respondeu-lhes, falou sobre:
• guerras, grandes terremotos, tsunamis na terra (Lucas 21.25);
• as nações em angústia e perplexidade com o bramido e a agitação do mar e das ondas
• homens desmaiando de terror (21.26);
• corrupção, violência, "assim como foi nos dias de Noé... também será na vinda do filho do homem" (Mateus 24.37; Gênesis 6.11; 12, 13).

Jesus apontou para a Parábola da Figueira como o principal sinal do fim dos tempos. Sabemos que a figueira é o símbolo da nação de Israel (Jeremias 8.13; Joel 1.7), portanto, devemos ficar atentos a tudo que acontece com Israel e a cidade de Jerusalém.

Veja o que Jesus disse sobre o assunto:

"Quando virem Jerusalém rodeada de exércitos, vocês saberão que a devastação estará próxima (...) Haverá grande aflição na terra e ira contra este povo. Cairão pela espada e serão levados como prisioneiros para todas as nações. Jerusalém será pisada pelos gentios até que o tempo deles se cumpram" - Lucas 21.20; 23b; 24 (NVI).

Vamos discorrer um pouco pela história para entendermos melhor esta profecia:

A revolta dos judeus contra Roma irrompeu em 66 d.C., pois o governo romano tornara-se opressivo após a morte de Herodes. Durante alguns anos, Jerusalém esteve livre da opressão estrangeira, até que em 70 d.C. as legiões romanas, comandadas por Tito, dominaram a cidade e destruíram o Templo. Aqui, cumpre-se a profecia de Jesus sobre a diáspora judaica, registrada em Lucas 21.20 a 24.

Nos anos 132-135 d.C., a independência judaica foi restaurada por breve período, durante a revolta de Bar-Kochba, porém os romanos triunfaram novamente. Os judeus foram proibidos de entrar em Jerusalém; o nome da cidade foi mudado para Élia Capitolina (transformada em colônia de cidadãos romanos) e Roma a reconstruiu, dando-lhe as feições de uma cidade romana.

Os exércitos muçulmanos invadiram o país no ano 634, quatro anos mais tarde o califa Omar conquistou Jerusalém. Durante o reinado de Abdul Malik, que em 691 construiu o Domo da Rocha, conhecido como Mesquita de Omar, Jerusalém resistiu ao califado por rápido período. Após um século de domínio islâmico, sob a dinastia omídia de Damasco, em 750, Jerusalém passou a ser governada pela dinastia do Califado Abássidas de Bagdá, que havia destronado o califado de Damasco. Nesta época começou o declínio da cidade.

Os cruzados conquistaram Jerusalém em 1099, massacraram seus habitantes judeus e muçulmanos e fizeram da cidade a Capital do Reino Cruzado. Os cruzados dominaram até 1187, quando a cidade foi tomada por Saladino, o curdo. Os mamelucos - aristocracia feudal militar egpícia - governaram a partir de 1250. Os turcos otomanos, cujo domínio prolongou-se por quatro séculos, subjugaram a cidade em 1517.

Durante os séculos XVII e XVIII, Jerusalém viveu um de seus piores períodos de degradação. Nesta fase histórica, compreendemos que houve o cumprimento da profecia de Ezequiel (37.11). "Então, me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; estamos de todo exterminados".

Jerusalém tornou a prosperar a partir da segunda metade do século XIX. O crescente número de judeus retornando de diversas nações à sua cidade ancestral, a decaída do Império Otomano, o interesse dos europeus por Jerusalém foram fatores determinantes para o reflorescimento da Terra Santa. Nesta altura, entendemos que ocorreu o cumprimento de Ezequiel 37.7: "Então, profetizei segundo me fora ordenado; enquanto eu profetizava, houve um ruído, um barulho de ossos que batiam contra ossos e se ajuntavam, cada osso ao seu osso."

Edmund Henry Hynman Allenby, general britânico, durante a primeira guerra mundial, conduzindo as Forças Expedicionárias do Egito, conquistou Jerusalém em 1917. Entre 1922 e 1948 Jerusalém foi à sede administrativa das autoridades britânicas no território israelense.

Ao findar o mandato britânico em 14 de maio de 1948, e de acordo com a resolução da ONU, de 29 de novembro de 1947, Israel proclamou sua independência, e Jerusalém tornou-se a capital de Israel. Neste momento histórico, percebemos o cumprimento profético de Isaías 66.8: "Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisa semelhante? Pode, acaso, nascer uma terra num só dia? Ou nasce uma nação de uma só vez? Pois Sião, antes que lhe viessem as dores, deu à luz seus filhos."

Assim, compreendamos que é chegado o momento de santificação maior, pois a figueira está florescendo, produz frutos, as vinhas espalham sua fragrância (Cantares de Salomão 2.13).

Fonte: Semeador, ano 2, número 19, setembro de 2006, coluna doutrinária, página 9 (jornal informativo da Assembleia de Deus em Presidente Prudente - SP).
O autor é co-presidente da Assembleia de Deus em Presidente Prudente - São Paulo. | Conteúdo adaptado ao blog Belverede.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Sete atitudes necessárias para receber a bênção material que Deus quer dar a você - parte 2: resposta ao internauta


Em minha postagem anterior a esta, abordei o tema Sete atitudes necessárias para receber a bênção material que Deus quer dar a você. Recebi um comentário, que passo a compartilhar após este parágrafo e em seguida exponho a resposta que escrevi ao comentarista, deixando registrado o meu muito obrigado" por participar. O comentário é relevante, confiram:

"Conheço muito bem uma pessoa (meu pai), pastor assembleiano a mais de 35 anos, homem que sempre honrou o título de pastor em todos os sentidos (amor às almas, cuidado com o rebanho, oração, conhecimento Bíblico, etc). Sempre foi um incansável trabalhador na obra de Deus e o faz por amor. Exemplo de servo de Deus, de humildade, nunca se vangloriou em nada, respeitado em toda cidade. Certamente possui ou têm "as sete atitudes necessárias para receber as bênçãos materiais de Deus". Em nossa casa nunca faltou nada: alimentação, vestuário, paz, alegria e amor. Mas meu pai nunca recebeu essas tais bençãos materiais, mediante suas exemplares atitudes de cristão. Acredito que, assim como ele, existem milhares de servos de Deus espalhados por esse Brasil afora. Deus prospera quem ele quer, não existe "fórmulas" para alcançar as bençãos materiais. O conceito de benção está sendo amplamente deturpado por alguns líderes evangélicos atuais. (...) Só fiz esse comentário porque, assim que posso, leio suas postagens e tenho aprendido muito com a maioria delas." 

Olá, Weslei

Lendo com a máxima atenção o conteúdo que você digitou para mim, não apenas observei as linhas, prestei atenção também às entrelinhas. Pensamos de maneira parecida nesta questão da bênção da prosperidade.

Quero frisar um parágrafo do artigo, que é síntese da minha postagem, e, talvez, seja a parte que faz o elo entre o meu e seu modo de pensar sobre o assunto. Veja: 

 “Deus quer nos ajudar a melhorar a nossa situação financeira. E para que isso aconteça, é essencial viver plenamente de acordo com esta fé - quem não crê, embora seja servo de Deus fiel, encontrará dificuldades para alcançar esta bênção em sua plenitude, pois não o busca como é recomendado nas páginas bíblicas sobre este tema específico.”

A fé e a oração de Jabez
Davi, Asafe e Agur - reflexões sobre a prosperidade bíblica
Inspiração divina e autoridade da Bíblia
Jesus e o dinheiro
O propósito da verdadeira prosperidade
Pão nosso de casa dia dai nos hoje: o significado dessa oração
Pobres, ricos, crentes ansiosos. Pecadores?

domingo, 25 de junho de 2017

As sete atitudes necessárias para receber as bênçãos materiais que Deus quer dar a você


Por Eliseu Antonio Gomes

Nesta postagem, quero compartilhar o que eu tenho entendido - em meus 35 anos de cristão evangélico - sobre a questão do modo que Deus age para fazer seus servos prosperarem na área material. Meu modo de  pensar é resultado das minhas leituras das Escrituras, leituras de maneira devocional e sistemática feitas em casa.

Deus quer nos ajudar a melhorar a nossa situação financeira. E para que isso aconteça, é essencial viver plenamente de acordo com esta fé - quem não crê, embora seja servo de Deus fiel, encontrará dificuldades para alcançar esta bênção em sua plenitude, pois não o busca como é recomendado nas páginas bíblicas sobre este tema específico.

A águia , a cobra, o navio, a virgem e o homem
A primeira referência bíblia ao ouro na Bíblia
Fé e gratidão
Gratidão a Deus pelo amor e consolação
Inspiração divina e autoridade na Bíblia
José, fé em mui às injustiças
Os navios do rei Salomão

sábado, 24 de junho de 2017

Um missionário chamado David Livinstone

Os milhões de brasileiros que grudam os olhos na televisão para acompanhar filmes de ação - exibidos com sucesso estrondoso - talvez nem imaginem que aventuras também acontecem quase todos os dias, na vida real, em várias partes do mundo, inclusive no Brasil. São pessoas debaixo do sol, dormem ao relento, morrem de saudades de casa, mas suportam tudo com bom ânimo para fazer a obra de Deus. Tudo isso sem a expectativa de recompensa material, mas pela alegria de ver almas salvas do inferno e desejando receber o galardão espiritual, uma retribuição que só será recebida no céu.

Não é difícil encontrar pelas igrejas evangélicas quem sonhe, desde criancinha, em viver no limite, enfrentando o desafio de ser missionário na África ou no coração da Amazônia, pregando para uma tribo que nunca ouviu  falar em Jesus Cristo, até ser contado entre outros heróis da fé. Alguns, porém, nãose conformam com o devaneio, e resolvem radicalizar de vez. Para estes, não há mosquito, malária, floresta, bicho ou solidão que possa impedir a caminhada. Como David Livinstone que viveu 30 anos de aventura e evangelismo na África.

Alimentando as ovelhas ou divertindo bodes?
Cosmovisão missionária
Crônica do nigeriano que na rua Conde de Sarzedas disse ser missionário evangélico
Igreja Cristã e Missões na Índia na opinião de um evangélico indiano
Inspiração e autoridade da Bíblia
O fogo do pentecoste do tempo dos Atos dos Apóstolos até os dias de hoje
Os cinco dons de Cristo para qualificar você a trabalhar na Igreja 

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Arlindo, o evangelista

Mesmo que você consiga subir para muito longe do chão
sozinho, para encontrar-se com Deus, lá no Céu, será
necessário aceitar o auxílio de Jesus, caso quiser ser
recebido pelo Pai celeste.
Por Abraão de Almeida

"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" João 14.6.

Final dos mil novecentos e sessenta. No culto de sábado à noite na Assembleia de Deus da Rua André Manojo 53, em Osasco (São Paulo), Arlindo entregou a sua vida a Jesus, foi salvo e instantaneamente liberto de demônios que o atormentavam e o haviam levado, diversas vezes, aos hospícios da região. Estive presente naquele culto.

A transformação daquele homem foi radical. Rompeu de vez com tudo o que lhe parecia comprometedor. Ao passar por minha residência numa das suas jornadas evangelísticas, ofereci-lhe café, ao que agradeceu e respondeu prontamente: "Jesus me libertou do café". Não me surpreendi com a resposta. Se ele achava que o café exercia algum domínio em sua vida, então ele queria ser totalmente livre.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Jesus, o libertador do medo

Por N. Laurence Olson

Uma das consequências do primeiro pecado cometido no mundo foi o medo que se apoderou do casal Adão e Eva. Por isso esconderam-se no bosque. O homem da parábola dos Dez Talentos, que recebeu apenas um talento, ao prestar contas a seu Senhor, testificou: "Atemorizado, escondi na terra o teu talento...". E por isso foi condenado como mau e negligente servo e foi-lhe tirado aquele único talento que recebera. Vamos estudar um pouco essa coisa - o medo, e como devemos vencê-lo.

Vamos adiantar que o medo de vencer o medo é ter conhecimento de Deus, por tê-lo como nosso Ajudador.

Não ao medo


Necessidades do corpo, da mente e do coração


Disse Jesus: "Sem mim nada podeis fazer" (João 15.15).

O corpo precisa de descanso; a mente precisa de paz; e o coração precisa de Cristo. É preciso fazer escolhas certas para experimentar a felicidade plena: física, psicológica e espiritual.

A felicidade do ponto de vista de Deus
Crônica sobre a oração desesperada de um ateu
Diferentes entendimentos da felicidade e suas consequências
Inspiração divina e autoridade da Bíblia
Passos para a felicidade da mulher moderna
Será que o estilo de vida de Sodoma pode existir no coração de um cristão?
Três pedreiros na praia

E.A.G.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Os navios do rei Salomão


O rei Salomão herdou um reino grande e rico de seu pai, o rei Davi, estendendo-se desde o rio Eufrates, no norte da Baía de Eilat no sul. As boas relações comerciais que o rei Salomão criou com os governantes dos reinos próximos, bem como a grande riqueza que ele acumulou graças a essas políticas de boa vizinhança e graças aos impostos que ele coletou são descritos na Bíblia nos livros 1 Reis e 2 Crônicas.

O desenvolvimento de sua frota no mar vermelho foi descrito, detalhadamente, em 1 Reis (9.27-28): "Mandou Hirão, com aquelas naus, os seus servos, marinheiros, conhecedores do mar, com os servos de Salomão. Chegaram a Ofir e tomaram de lá quatrocentos e vinte talentos de ouro, que trouxeram ao rei Salomão". Hirão era o rei de Tiro, sabia como construir navios e possuía homens que eram marinheiros hábeis, em parceria com o rei Salomão, que governava a região litorânea de Eilat, construíram uma grande quantidade de navios comerciais no Mar Vermelho. Essas embarcações velejaram para Ophir, que ao que parece estava localizado ao longo da costa leste ou oeste do Mar Vermelho, e trouxeram muitas cargas de tesouros e produtos exóticas.

Deslocamento semelhante é relatado em fontes egípcias que datam de 500 anos antes, durante o reinado da rainha Hatshepsut (esposa do faraó Tutmés II). Navios egípcios rumaram para o sul, até a Terra de Punt, que, aparentemente, localizava-se no lado leste da África. Os restos de murais nas paredes do templo mortuário de Hatsheput em Deir el-Bahari apresentam bens exóticos que foram trazidos para o Egito naquele tempo da mesma terra distante e contribuem para a interpretação das descrições bíblicas.

Além de ouro e prata, também foram trazidos ao rei Salomão "marfim, macacos e pavões" (1 Reis 10.22). Os murais egípcios mostram que os primatas eram da espécie babuíno.

A Bíblia também chama a atenção do leitor ao fato de que foram trazidas de Ofir uma enorme quantidade de madeira de sândalo e pedras preciosas (1 Reis 10.11). Estudiosos e pesquisadores modernos expressam opiniões distintas sobre a natureza da "madeira de sândalo" ("almug", na tradução ARC). Alguns afirmam que eram feixes de madeira especiais usados ​​para construção; outros pensam que eram mudas de árvores aromáticas exóticas, e uma terceira opinião é que eles eram um tipo de coral excepcional.

Com base nas várias interpretações, uma equipe de designer de selos elaborou desenhos retratando uma pilha de tesouros que foram descarregados no cais de Ezion-Geber, que atualmente é conhecida como Cidade de Eilat. Estes tesouros foram enviados ao palácio do rei Salomão em Jerusalém e utilizado na construção do Templo e do palácio. Graças às viagens a Ophir, realizadas a cada três anos, "o rei Salomão excedeu a todos os reis do mundo, tanto em riqueza como em sabedoria" (1 Reis 10.23, 24, 27).
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Nota Belverede: 

Ofir é listado em Gênesis 10.29 e em 1 Crônicas 1.23 como descendente de Sem, que por sua vez é da linhagem de Noé; seu pai  foi Joctã. Possivelmente foi o primeiro habitante da tribo ou cidade de Ofir, a região que ficou famosa por suas reservas de ouro (2 Crônicas 8.18; Jó 28.16; Salmos 45.9), madeira de junípero e pedras preciosas (1 Reis 10.11), além de prata, marfim, macacos e babuínos (10.22).

Ofir é local de onde, não apenas Salomão, mas também o rei Davi, obteve ouro e outras mercadorias de valor (1 Reis 9.28; 10.11; 22.49; 1 Crônicas 29.4; 2 Crônicas 8.18; 9.10; Isaías 13.12).

Sobre a localização desta região geográfica, há especulações de que essa região era encontrada no sudeste ou sudoeste da Arábia, ou na parte nordeste da África. Se Ofir estava localizada na Arábia, deve ter sido um centro comercial, que recebia mercadorias do distante Oriente e do leste da África. Todavia, o tempo de viagem dos navios mercantes de Salomão, que era de três anos, sugere uma localização mais distante que a costa árabe. Além disso, os conteúdos das cargas trazidas de Ofir (marfim, macacos, pavões - particularmente as aves), faz com que alguns acreditem que a origem delas era a Índia.

A prosperidade de Salomão e a sabedoria do cristão
A verdadeira sabedoria se manifesta na prática
Inspiração divina e a autoridade da Bíblia
Inteligência + sabedoria = sucesso
Sabedoria divina para a tomada de decisões
Sábios, tolos e os absurdamente tolos, diante de precipícios
O discurso inteligente de Magno Malta em defesa do juiz Sérgio Moro

E.A.G.

Fonte:
Bíblia de Estudo Arqueológica NVI, página 498, 3ª reimpressão 2014, Liberdade, São Paulo-SP (Editora Vida).
Israel Philaletic Federation - israelphilately.org . il/en/catalog/ articles/ 2139/Kings%20Solomon's%20Ships%2013112016 
Quem é quem na Bíblia - A história de Todas as Personagens da Bíblia, editado por Paul Gardner, 19ª reimpressão, 2015, páginas 495, 496, São Paulo - SP (Editora Vida). 

domingo, 18 de junho de 2017

Dica de blogueiro: quando a inspiração não acende

Lá no meu perfil do Facebook, uma pessoa que é contato antigo via redes sociais, postou o seguinte:

"Houve um tempo em que escrever para mim era muito fácil. Eu conseguia inspiração para colocar em palavras, pensamentos e sentimentos. Hoje, isso já não é tão simples para mim. Por quê? (risos) ... nem eu mesma sei dizer. Parece que foi uma fase em minha vida. Bom, Deus sabe quem usar e quando usar. Eu apenas digo: Eis-me aqui Senhor. Mas, hoje, senti novamente uma enorme vontade de escrever. Talvez seja a inspiração voltando (risos) ... talvez seja Deus, querendo me usar outra vez. Deixo aqui este breve relato, para os que estão me conhecendo agora. E quem sabe, se a inspiração voltar, esse será o primeiro texto de muitos que virão, se Deus assim permitir."

Eu disse para ela algo que é válido para todos nós  - estou incluso na situação também.

Veja:

Bom retorno aos textos! Quero ler muito as suas novas redações. 

Dica: não se cobre tanto, suas ideias podem ser comparadas como um baita de um farol, cuja luz vai para mais de um quilômetro de distância ou uma pequenina lâmpada de led, que se vê de bem pertinho. Faça proveito de tudo, não despreze nada. Vá digitando e publicando. 

Não é a potência do brilho o mais importante no compartilhamento das ideias, mas a Fonte de inspiração (energia) que fazem as ideais brilharem. Deus nos inspira. O Espírito Santo é quem conhece o momento ideal para fazer as ideias luzirem em mais ou menos intensidade em favor dos servos do Senhor. Você é bênção de Deus e reflete a luminosidade do Criador. 

E.A.G.

sábado, 17 de junho de 2017

Sete razões pelas quais o cristão deve ter amor e orar por Israel



"Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam. Reine paz dentro de teus muros e prosperidade nos teus palácios. Por amor dos meus irmãos e amigos, eu peço: haja paz em ti!" - Salmos 122-6-8.

É uma ordenança do Senhor orar pela paz de Jerusalém, a capital de Israel. Está ordem está atrelada à bênção de promessa da prosperidade aos que orarem e amarem Jerusalém. Quem realmente ama, abastece-se de informações atualizadas sobre a nação na qual Jesus Cristo nasceu, e conscientemente intercede a Deus em seu favor para que o bem-estar seja uma constante no cotidiano dos judeus.

1. Porque Deus prometeu abençoar.

"Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra" - Gênesis 1.3.

Frise o versículo 8 de Salmos 122, suas meditações: "Por amor dos meus irmãos e amigos, eu peço: haja paz em ti!". A nossa atitude em interceder diariamente, com amor genuíno, por Jerusalém, traz como consequência natural a bênção do Senhor sobre nossas vidas, as vidas dos entes de nossa parentela e às vidas de todos que fazem parte do círculo de nossas amizades.

2. Precisamos ser agradecidos.

Através do povo israelita recebemos o Messias e a Nova Aliança e as promessas contidas nela. Por meio do ministério dos apóstolos, o Evangelho foi anunciado para todas as nações. Romanos 9.4-5; 15.27.

3. Porque o dom de Deus e apelo a Israel não estão anulados.

A aliança que Deus estabeleceu com Abraão não foi substituída pela Nova Aliança. O acordo feito com os patriarcas Abraão, Isaque e Jacó continuam válidos.

"É assim que todo o povo de Israel será salvo. Como dizem as Escrituras Sagradas: 'O Redentor virá de Sião e tirará toda a maldade dos descendentes de Jacó. Eu, o Senhor, farei esta aliança com eles, quando tirar os seus pecados.' Os judeus rejeitaram o evangelho e por isso são inimigos de Deus, para o bem de vocês, os não judeus. Mas, pela escolha de Deus, eles são amigos dele, por causa dos patriarcas" - Romanos 11.26-28 (NTLH).

4. Pelo fato de Deus haver prometido trazer os israelitas de volta ao seu território.

"Mudarei a sorte do meu povo de Israel; reedificarão as cidades assoladas e nelas habitarão, plantarão vinhas e beberão o seu vinho, farão pomares e lhes comerão o fruto. 15 Plantá-los-ei na sua terra, e, dessa terra que lhes dei, já não serão arrancados, diz o SENHOR, teu Deus" - Amós 8.14-15.

"Dize-lhes, pois: Assim diz o SENHOR Deus: Eis que eu tomarei os filhos de Israel de entre as nações para onde eles foram, e os congregarei de todas as partes, e os levarei para a sua própria terra. Farei deles uma só nação na terra, nos montes de Israel, e um só rei será rei de todos eles. Nunca mais serão duas nações; nunca mais para o futuro se dividirão em dois reinos" - Ezequiel 37.21-22.

"Ainda lhes propôs uma parábola, dizendo: Vede a figueira e todas as árvores" - Lucas 21.29..

Além das profecias contidas nos livros de Amós e Ezequiel, o reagrupamento de Israel está profetizado também em Deuteronômio, Isaías, Jeremias, Oséias e nos Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas, o apóstolo Paulo também escreveu a respeito disso na Carta aos Romanos, capítulo 11.

5. Porque o tempo dos gentios está quase completo.

Jesus previu que Jerusalém seria sitiada pelos romanos (Mateus 24.15-28; Marcos 13.14-23; Lucas 21.20-24). Predisse que os gentios iriam derrubar o templo e profanar a religião judaica. Também, profetizou que chegaria o dia em que os judeus dispersos pelo mundo afora retornariam à Israel. Em 1967, quando os israelenses se defendiam dos ataques realizados por seus vizinhos árabes, os judeus retomaram o controle de toda a Jerusalém, pela primeira vez, desde  70 d.C., cumprindo assim uma nova etapa das profecias messiânicas sobre a derrota de Satanás e de todos os seus seguidores.

6. Deus dirige aos judeus palavras de consolo.

No livro de Isaías (40.1-2), quando é anunciado que o Senhor vem e é enfatizado que o livramento prometido ao povo de Israel acontecerá, há uma mensagem consoladora da parte de Deus e há apelo da parte do Senhor para que Jerusalém seja confortada por nós: "Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus. Falai ao coração de Jerusalém, bradai-lhe que já é findo o tempo da sua milícia, que a sua iniquidade está perdoada e que já recebeu em dobro das mãos do SENHOR por todos os seus pecados".

Isaías (49.22-23) também predisse que o povo judeus seria adotado por líderes mundiais, que o criaria com amor e dedicação, e povos gentios os ajudaria em seu retorno ao território que Deus deu ao patriarca Abraão e sua descendência. "Eis que levantarei a mão para as nações e ante os povos arvorarei a minha bandeira; eles trarão os teus filhos nos braços, e as tuas filhas serão levadas sobre os ombros. 23 Reis serão os teus aios, e rainhas, as tuas amas; diante de ti se inclinarão com o rosto em terra e lamberão o pó dos teus pés; saberás que eu sou o SENHOR e que os que esperam em mim não serão envergonhados."

Sendo assim, é missão da Igreja do Senhor amar, orar e o tanto quanto possível promover o bem-estar do povo judeu entre todos os povos, ajudá-lo quanto ao cumprimento da profecia sobre a reestruturação do Estado de Israel. Não é o bastante orar, é preciso manifestar o amor através de ações que signifiquem auxílio efetivo.

7. Porque é preciso reparar orientações e ações antissemitas.

Desde o segundo século, uma parcela da liderança da Igreja demonstra total indiferença ou promove discursos e exemplos de horrores próprios de sentimentos relativos ao antissemitismo. Como líderes, suas vidas fornecem base para que seus liderados discriminem, ridicularizem, e até sejam - em menos ou maior grau - culpados da morte do povo judeu. Tal modelo de liderança foi em extremo nefasto observado pelo Juiz que tudo vê. 

Este exemplo ruim e discurso  não é fiel às diretrizes apresentadas por Deus, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Portanto, nenhuma espécie de atitude antissemítica deve ter sua origem no cristianismo. Que esta geração de cristãos, evangélicos e católicos, seja marcada como a geração avivada, que deseja ardorosamente reparar os trágicos erros de suas relações com o povo judeu, realizada por seus antepassados.

Quanto aos cristãos brasileiros, é importantíssimo que eleja presidentes que construam relações amigáveis com Israel. Infelizmente, Michel Temer, Luis Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff , eleitos por crentes católicos e protestantes, demonstraram animosidade contra o povo judeu. Isto não pode se repetir,m pois enquanto Nação Brasileira queremos ser abençoados por Deus.

Conclusão

No momento de votar, meus irmãos e irmãs em Cristo, todo aquele e aquela que se identifica como seguidor e seguidora do Messias não pode errar ao exercer sua cidadania. Principalmente quanto ao seu dever de orar e amar o povo israelita. É pecado gravíssimo conceder poder de chefe de estado a quem não se importa com o bem-estar dos judeus, ou até pense em perpetrar algo que venha a prejudicá-los se forem eleitos. Pense muito nisso e conscientize outros sobre isso!

Aqueles que são crentes em Deus, nascidos fora do território israelense, portanto partes do conjunto de membros da igreja gentílica, possuem a presença do Espírito Santo e o tem como guia para suas atividades. Estão comprometidos em manter posição ativa de intercessão por Jerusalém e toda a Israel. Que possamos ser submissos à vontade de Deus, declarar amor e agir  amando Jerusalém.

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E.A.G.

Material extraído com adaptação
C Foic Heart Land - cfoicheartland . com/ why-support-israel

Hulda profetizou falsamente?

Profetisa Hulda. Selo israelita 1984.
Por Jorge Videira

Se os oráculos de profetisa Hulda procediam de Deus, por que o rei Josias, que deveria morrer em paz, morreu em guerra (2 Crônicas 34.22-33; 35.20-24)?

A profecia de Hulda a Josias era um aviso das coisas futuras e não uma sentença determinista e fatalista. O homem tinha como mudar o curso, dependendo da maneira como se comportasse diante dos mandamentos divinos. Ou seja, uma sentença dada por Deus poderia ser mudada dependendo do comportamento da pessoa envolvida.

Repare o comportamento do avô de Josias, o rei Ezequias. Quando o profeta Isaías lhe disse para colocar a casa em ordem porque morreria, o rei se vira para o canto e chora diante de Deus. Seu comportamento muda a decisão divina e o profeta é obrigado a voltar no meio do caminho e dar ao soberano a grande nova: Deus aceitara seu pedido e lhe concederia mais quinze anos de vida.

Portanto, uma profecia pode não se cumprir se o comportamento humano mudar a decisão divina.

Ao olharmos a história de Josias narrada nas Sagradas Escrituras, vemos que ele não obedeceu completamente o que Deus havia falado por intermédio da profetiza Hulda. Note que a principal palavra dada a ele era que morreria em paz e não em guerra. O rei havia conquistado a bênção de ver o fim de seus dias em paz, gozando do fruto de seu trabalho. A obra por ele realizada foi muito maravilhosa na purificação da nação. Entretanto, o texto bíblico em seguida diz: "...de tudo isso...". E o que vemos na sequência é que parece que o coração do rei se exaltou ao ponto de fazer o que queria e desobedeceu ao Senhor.

Vejamos o que aconteceu.

Em torno de 612 a.C., a Babilônia, com apoio dos medos, derrota a Assíria e seu rei foge para Harã. As coisas ficam fora de controle para os assírios que tentam por três anos proteger Harã e seu rei. Os interesses do Egito em tentar controlar a região e o comércio naquela rota levam seu rei Neco a entrar em batalha a favor dos assírios e contra os babilônios. Foi aí que veio o erro de Josias, que em vez de ficar em seu lugar, pensou ser taticamente melhor entrar naquela batalha para defender o lado da Babilônia.

Deus queria dar paz a Josias, mas ele mesmo foi quem procurou a guerra.

Josias entra no combate contra o Egito em Megido e morrer aos 39 anos de idade, prematuramente. Reparem na tristeza do cronista em narrar o acontecimento:

"Depois de tudo isto, havendo Josias já restaurado o templo, subiu Neco, rei do Egito, para guerrear contra Carquemis, junto ao Eufrates. Josias saiu de encontro a ele.
Então, Neco lhe mandou mensageiros, dizendo: Que tenho eu contigo, rei de Judá? Não vou contra ti hoje, mas contra a casa que me faz guerra; e disse Deus que me apressasse; cuida de não te opores a Deus, que é comigo, para que ele não te destrua. 22 Porém Josias não tornou atrás; antes, se disfarçou para pelejar contra ele e, não dando ouvidos às palavras que Neco lhe falara da parte de Deus, saiu a pelejar no vale de Megido."

O final dessa história já sabemos, e a grande lição de tudo isso é: não saia do centro da vontade de Deus, pois só assim Ele abençoará você como prometeu.

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Inspiração divina e autoridade da Bíblia
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Ana, Elcana, Penina e o elefante
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Rute, Deus trabalha pela família

E.A.G.

Fonte:
Mensageiro da Paz, ano 83, número 1540, setembro de 2013, página 17, Bangu, Rio de Janeiro - RJ (CPAD).
Jorge Videira é pastor e líder da Assembleia de Deus em Jardim Leal, Duque de Caxias (RJ);  E professor de História de Israel e Arqueologia na Faculdade Evangélica de Teologia, Ciência e Biotecnologia da CGADB (Faecad). 

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Vida de Edir Macedo poderá ser assistida em trilogia de cinema


Segundo o colunista Ricardo Feltrin, Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, lançará sua cinebiografia entre fevereiro e março de 2018. A história será contada em três filmes. Sendo que o orçamento para cada uma dessas produções custará entre 10 a 16 milhões de reais, e não buscará verba pública da Lei Rouanet - lei de incentivo à cultura.

Feltrin afirma que, no mínimo, 7 mil figurantes participam das gravações, realizadas em várias cidades brasileiras, em Israel e outros países. O pequeno Enzo Barone representará Macedo quando ainda era apenas um menino, enquanto que o ator Petrônio Gontigo o interpretará na fase adulta. 

A trilogia tem como base o sucesso de vendas das memórias de Macedo, que, inclusive, repercutiram em matérias do The New York Times, CNN, ABC e Neweeks. Os livros foram escritos pelo jornalista e vice-presidente de jornalismo da Record, Douglas Tavolaro: "Nada a Perder" volumes 1, 2 e 3.

Frisando não haver confirmação, o colunista informa que um dos filmes registrará a perseguição que Macedo sofreu vinda da emissora Rede Globo. Durante os doze meses de 1995 a emissora de Roberto Marinho se empenhou em apresentar em seus telejornais muitas reportagens em caráter de denúncia. Segundo Macedo eram reportagens mentirosas (por exemplo, uma delas mostrava sacolas cheias de pedidos de orações e se dizia que eram cheia de dinheiro).

Conselho aos pais sobre o uso da TV pelos filhos
EBD (CPAD): José, o pai terreno de Jesus, um homem de caráter
O megatemplo que Edir Macedo considera ser o novo Templo de Salomão
Patrícia Kogut, de O Globo, ataca  programas evangélicos da televisão brasileira
Pica pau agradece divulgação gratuita de Mário Meirelles
Por que as crianças veem televisão?
Valdemiro Santiago e a suposta praga enviada contra Marcelo Resende

E.A.G.

O inferno é somente uma metáfora usada para a sepultura?


"Quando o vi, caí a seus pés como morto. Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno" - Apocalipse 1.18.

Há três palavras que na Bíblia que na Bíblia são traduzidas como "inferno":

Gehenna (do grego): o lugar de castigo, de tormento (Mateus 5.22, 29; 10.28; Tiago 3.6).

Hades (do grego): a morada dos mortos (Mateus 11.23; 16.18; Lucas 23.23; Atos 2.27).

Existem pessoas que aceitam o conceito de inferno como lugar de castigo, porém elas acreditam que também o castigo será um dia aniquilado - ou seja, a existência consciente acabará por completo. Essas pessoas não conseguem admitir que o castigo dos pecadores seja recebido de forma consciente e eterna. Se tivessem razão a esse respeito, pessoas como Adolf Hitler, responsável pela morte de milhões de pessoas, estaria recebendo como punição apenas um sono eterno. O destino delas seria simplesmente retornar ao estado de não-existência no qual estavam antes de nascer, em que nem mesmo percebem que estão sendo castigada.

Contudo, a Bíblia retrata uma história completamente diferente. O homem rico que foi para o inferno (Lucas 16.19-31) estava consciente. Ele podia sentir dor e sede, além de experimentar o remorso. O homem rico não estava dormindo na sepultura, ao contrário, estava num "lugar de tormento".

Se o inferno é um lugar onde não há consciência de nada do que ocorre, ou onde não há possibilidade de haver a consciência do que ocorre, onde não se sente nada, se for simplesmente uma referência á sepultura para onde vai quem não crê eme Jesus como Senhor e Salvador após a morte, então, as afirmações de Jesus sobre este lugar não fazem qualquer sentido. Cristo chegou a afirmar que se a mão, o pé ou o olho o fazem pecar, melhor é arrancá-los fora do que permanecer com eles e "ir para o inferno, onde o fogo nunca se apaga" (Marcos 9.43-48).

A Bíblia fala do destino dos ímpios com palavras que expressam horror e tragédia, como vemos nestas descrições:
• Vergonha; desprezo eterno - Daniel 12.2.
• Castigo eterno - Mateus 25.46.
• Fogo que nunca se apaga - Lucas 3.17.
• Ira; indignação; tribulação; angústia - Romanos 2.8, 9.
• "Estes sofrerão penalidade de eterna destruição, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder" - 2 Tessalonicenses 1.9.
• Fogo eterno; densas trevas - Judas 7, 13.
Em Apocalipse 14.10, 11, vemos qual será o destino eterno e definitivo do ímpios: "...esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro. 11 A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome".

Alimentando as ovelhas ou divertindo bodes?
Crítica ao livro A Divina Revelação do Inferno
Justificação somente pela fé em Jesus
O destruidor de famílias
O juízo final
Para ser agradável a Deus não basta ser religioso, é preciso ser espiritual
Refutando a doutrina dos testemunhas-de-jeová: o inferno existe e é a existência consciente do castigo eterno

E.A.G.

Bíblia Evangelismo em Ação, compilada por Ray Confort, página 1318, edição 2005, São Paulo (Editora Vida).■

Quem são os 24 anciãos de Apocalipse?

Por Claudionor de Andrade

No Apocalipse, João apresenta uma congregação de homens piedosos, que não é vista em qualquer outra parte da Bíblia. Assim, o apóstolo no-la apresenta; "Ao redor do trono, há também vinte e quatro tronos, e assentados neles, vinte e quatro anciãos vestidos de branco, em cujas cabeças estão coroas de ouro" (Apocalipse 4.4). Eles são ainda encontrados em, pelo menos, dez ocasiões diferente do último livro sagrado.

A pergunta é inevitável: "Quem são os vinte e quatro anciãos? Eu sempre os vi como os representantes das duas assembleias da Bíblia:Israel, no Antigo, e a Igreja, no Novo Testamento. Essa posição é referendada pelo fato de seus nomes se acharem inscritos na Jerusalém Celeste. Os patriarcas das doze tribos são eternizados nas portas da cidade, e os doze apóstolos do Cordeiro estão lembrados em seus fundamentos (Apocalipse 21.12, 14).

Conquanto simbolizarem as duas assembleias da História Sagrada, os vinte e quatro anciãos constituem um único povo. Já não há barreiras entre Israel e a Igreja; ambos, fez Deus uma única grei (Efésios 2.14). Judeus e gentios, agora, somos a Noiva do Cordeiro.

Não são poucas as dos vinte e quatro anciãos. Vestidos de branco e trazendo, na cabeça, coroas de ouro, tributam eles glória e honra ao que se acha assentado no trono e ao Cordeiro (Apocalipse 4.10). Eles se acham entre os seres viventes, bem junto à majestade divina (Apocalipse 5.6). Foi um dentre eles quem consolou o Evangelista, quando este chorava, por não haver ninguém, quer nos céus, quer na terra, digno de desatar os selos do livro: "Todavia, um dos anciãos me disse: Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos" (Apocalipse 5.5). Perante o trono, estão sempre atento a referendar os atos de Deus: "Vi e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do trono, dos seres viventes e dos anciãos, cujo número era de milhões de milhões e milhares de milhares, 12 proclamando em grande voz: Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor" (Apocalipse 5.11-12).

Juntamente com os quatro seres viventes, os anciãos acham-se no mais alto posto de adoração a Deus. Aqueles representam os céus; estes, a terra: "Os vinte e quatro anciãos e os quatro seres viventes prostraram-se e adoraram a Deus, que se acha sentado no trono, dizendo: Amém! Aleluia!" (Apocalipse 19.4). Os vinte e quatro anciãos, por conseguinte, são os doze patriarcas da tribo de Israel e os doze apóstolos do Cordeiro.

Hebreus 9.24: aos homens está ordenado morrer uma vez e após isso depararem-se com o juízo
Não se preocupe, ocupe-se orando
Novos céus e nova terra
O arrebatamento da igreja: esperança do salvo em Cristo
O destino final dos mortos
O juízo final
O que será de você após a morte?

E.A.G.

Fonte: 
Mensageiro da Paz, Ano 83, número 1551, julho de 2014, página 17, Bangu, Rio de Janeiro - RJ (CPAD).

Claudionor de Andrade é pastor, consultor teológico da CPAD, escritor e membro da Casa de Letras Emílio Conde e da Assembleia de Deus no Recreio, Rio de Janeiro (RJ).

Salmos 63.1



quarta-feira, 14 de junho de 2017

As árvores frutíferas e as pedradas

A árvore que dá mais fruto é a que recebe mais pedradas. 

Se acontece de atirarem pedras em seu caminho, mesmo que ocorra no sentido figurado, não pense em jogá-las de volta. Lembre-se que Jesus Cristo não é favorável aos apedrejamentos.

A Bíblia explica o amor
Como lidar com relacionamentos interpessoais conturbados e melhorar a situação? 
Perdoar no íntimo
Quem ama cumpre perfeitamente a lei divina
Se existir amor o resto a gente ajeita
Sobre a ira e a mansidão
Vivendo a paz do Senhor

Jesus perdoa uma mulher apanhada em adultério.

João 8.1-11.

"Depois todos foram para casa, mas Jesus foi para o monte das Oliveiras. 2 De madrugada ele voltou ao pátio do Templo, e o povo se reuniu em volta dele. Jesus estava sentado, ensinando a todos. 3 Aí alguns mestres da Lei e fariseus levaram a Jesus uma mulher que tinha sido apanhada em adultério e a obrigaram a ficar de pé no meio de todos.

Eles disseram:

— Mestre, esta mulher foi apanhada no ato de adultério.

De acordo com a Lei que Moisés nos deu, as mulheres adúlteras devem ser mortas a pedradas. Mas o senhor, o que é que diz sobre isso?

Eles fizeram essa pergunta para conseguir uma prova contra Jesus, pois queriam acusá-lo. Mas ele se abaixou e começou a escrever no chão com o dedo.

Como eles continuaram a fazer a mesma pergunta, Jesus endireitou o corpo e disse a eles: — Quem de vocês estiver sem pecado, que seja o primeiro a atirar uma pedra nesta mulher!

Depois abaixou-se outra vez e continuou a escrever no chão. 9 Quando ouviram isso, todos foram embora, um por um, começando pelos mais velhos. Ficaram só Jesus e a mulher, e ela continuou ali, de pé.

Então Jesus endireitou o corpo e disse: — Mulher, onde estão eles? Não ficou ninguém para condenar você?

— Ninguém, senhor! — respondeu ela. Jesus disse: — Pois eu também não condeno você. Vá e não peque mais!

Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH).

E.A.G.

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Bola colorida na areia da praia. By Eliseu Antonio Gomes

Bola colorida na areia da praia. By Eliseu Antonio Gomes
Cidade Ocean - Praia Grande - São Paulo/SP - Brasil.