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domingo, 30 de agosto de 2015

O perigo de ser um cristão acima da média

Por Lucilene Brito Shirota

Pessoalmente, não gosto do Thalles Roberto. Não sou racista, antes que alguns desavisados queiram insinuar isso. Tampouco tenho péssimo gosto musical, na verdade acho que gostar de música clássica, rock, jazz e black music mostram que tenho um gosto bem refinado e igual ao que o Thalles toca. Também não acho a voz dele feia, muito pelo contrário, aquela rouquidão dá um charme à mais para que cante suas canções.

O problema meu com ele é que ele se diz cristão, evangélico. Antes que você ache que sou uma quadrada e metida a "crentona", quero deixar claro que já fui gótica e me converti através do rock, estilo que até hoje, nos meus 31 anos ouço sem reservas. Não sou antiquada mas tenho buscado ser bíblica e cristã verdadeiramente a cada dia, e o que vejo Thalles fazer é algo que mostra o quanto o homem é mal, corrupto e pecador.

Somos seres miseráveis, vermes, imprestáveis, totalmente malignos e condenados naturalmente ao inferno. Mas Jesus Cristo veio e morreu por nossas vidas, somos comprados pelo sangue e morte do Filho de Deus, Ele nos livrou de uma perdição eterna através do sacrifício na cruz, e aí negamos tudo isso por um prato de lentilhas do mundo, por algumas moedas ou por fama, status, dinheiro e poder e por que? Por que somos mais talentosos, ricos e acima da média! Como somos miseráveis!

Queremos ser ovacionados, amados, queridos. E por que não dizer, adorados? Vivemos em busca e função de status, de termos pessoas gostando de nós e fazemos o possível para que quem não gosta da gente mude de ideia. Não me venha dizer que você nunca fez isso! Lembre-se de sua adolescência e seus esforços por ser notado por aquele carinha ou moça bonita e você vai entender o que estou dizendo.

Thalles Roberto não é melhor e nem pior que eu, na verdade somos feitura de Deus e pecadores que dependemos desesperadamente de Cristo. A nossa diferença é que eu entendi o quanto preciso de Jesus e buscar uma vida com Ele em santidade e parece a ficha do  "Thalleco"  ainda não caiu quanto a isso. Hoje vivemos um evangelho tão sórdido que presenciamos cantores que deveriam ser adoradores de Jesus, se descrevem acima da média e outros pedindo oração para artistas gospel... artista gospel? Adorador mudou de nome agora?

Mas por que esse tipo de coisa acontece? Simples, nós temos permitido isso. O liberalismo entrou de uma forma tão brutal em nossas igrejas, que o que era pecado ficou liberado e o que não era se tornou um erro. Vivemos dias do sim que é não e do não que é sim. Hoje pulamos e batemos cabeça diante de púlpitos, carregamos arcas da alianças nas costas, colocamos cadeiras vagas para anjos sentarem e bebemos suco de uva ungido por mãos imundas - imundícia tanto de caráter quanto de higienização mesmo. Mas achamos tudo isso algo santo, puro e de Deus.

Deus está longe de corações cheios de si mesmos. Deus está longe de pessoas que interpretam a Biblia a seu próprio gosto, como faziam os antigos padres detentores do saber. Estamos tomando o mesmo caminho errante da igreja católica e pior, estamos achando super legal, como as músicas do Thalles nos mostram que o evangelho é: legal!

O evangelho não tem que ser legal, ele tem que ser justo, verdadeiro e produzir arrependimento. Creio em Deus que logo tudo será esclarecido quando Ele voltar, pois tudo que tem acontecido são pequenos flashes das profecias que a palavra do Senhor nos alerta. Vamos seguindo focados em Cristo, andando no caminho que conduz à salvação e orando pelo Thalles Roberto, por que quero crer que naquele dia, possamos cantar juntos lá no céu. Eu creio.

DEUS ABENÇOE A TODOS! PAZ DO SENHOR!

Inconsequentes e consequências

”Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera. A esse glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o sempre. Amém.” – Efésios 3.20.

Acredito que a maioria das pessoas, inclusive cristãos com muitos anos frequentando igrejas, não conhece a Lei da Semeadura, que nada mais é do que o exercício da Justiça Divina agindo entre os seres humanos, antes da nossa existência além-túmulo, antes do Julgamento Final. E por causa disso, ficam confusos ao orarem e não ter algumas orações respondidas conforme esperam.

O sentimento de “coitadismo” faz com que, aquele que é responsável pelo sofrimento em que está vivendo, se veja como injustiçado e ponha a culpa do seu deplorável estado em Deus, no diabo, no marido, na esposa, em governantes, etc. O profeta Jeremias nos traz luz ao assunto. Aqui neste mundo, se usamos a malícia, somos castigados pela própria malícia que usamos, o pecado praticado gera grande insatisfação, queixas e em alguns casos até a própria morte de quem o comete (Jeremias 2.19; Lamentações 3.39).

Algumas pessoas, tal qual Asafe se descreveu no Salmo 73, questionam a situação de gente ruim ser rica e gente boa sofrer com a pobreza. Elas chegam a pensar que Deus é injusto por causa dessa situação. Mas, é preciso levar em consideração que o senso de justiça humano é falho. Nem todos que reputamos por maus são de fato maus e nem todos que consideramos serem bons são realmente bons. Jesus nos alerta a jamais julgar pelas aparências (João 7.24).

Além disso, a posse do dinheiro não é a solução para tudo. Entendo que a prosperidade que envolve acúmulo de riquezas não é uma prosperidade falsa, como alguns alegam ser, porém, é uma prosperidade incompleta. A riqueza material é capaz de resolver problemas no campo físico – não resolve todos os problemas –, além de não suprir nenhuma das necessidades da alma e não ser capaz de comprar o passaporte para o Céu.

Não é possível mudar o passado, mas está em nosso controle melhorar o futuro, nos convertendo de nossos erros, plantando sementes boas que se transformarão em frutos prazerosos que estarão em nossas mãos brevemente: “Porque quem quer amar a vida, e ver os dias bons, refreie a sua língua do mal, e os seus lábios não falem engano. Aparte-se do mal, e faça o bem; busque a paz, e siga-a. Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos às suas orações; mas o rosto do Senhor é contra os que fazem o mal” - 1 Pedro 3.10-12.

Passamos por muitas aflições, quando aflitos não convém desanimar na fé, devemos lembrar que Jesus Cristo é vencedor e está conosco para nos fortalecer e nos conduzir à vitória.

E.A.G.

domingo, 23 de agosto de 2015

Servos de Cristo, porém, livres


por Eliseu Antonio Gomes,

"Ali se aninhará a coruja e porá os seus ovos, e tirará os seus filhotes, e os recolherá debaixo da sua sombra; também ali os abutres se ajuntarão uns com os outros." - Isaías 34.15.

 A conotação da palavra servo nas Escrituras Sagradas é o termo escravo.

No Evangelho escrito por Mateus, capítulo 25, encontramos o registro de algumas parábolas contadas por Jesus Cristo em que Ele aborda a questão importante da vigilância constante na caminhada cristã. Um dos ensinamentos do Mestre é a lição dos talentos, quando refere-se ao cristão como servo.

Na parábola, um homem rico sai em viagem de negócios e em atitude de confiança entrega seus bens para três servos administrarem. Para que eles tenham condições de cumprir as tarefas, segundo suas capacidades, ao primeiro o senhor entrega cinco talentos - moeda grega usada naquela época -, ao segundo, dois talentos e ao terceiro, um talento. Na ausência do senhor, o servo que recebera cinco moedas esforçou-se e ganhou outras cinco; o que tinha em mãos duas moedas conquistou outras duas; mas, o que recebeu um talento não quis granjeá-lo e o guardou em lugar secreto. Quando o senhor retornou, fez a prestação de contas com os três servos. Elogiou aqueles que trabalharam e dobraram os valores, oferecendo a eles as benesses que tinha. E ao que apenas devolveu o dinheiro recebido, disse-lhe que deveria ao menos ter levado o dinheiro ao banco, para que rendesse algum juro, considerou-o um servo mau e negligente e o encaminhou às trevas exteriores, local de choro e sofrimento.

É imprescindível considerar a Jesus Cristo como Senhor para ser um autêntico cristão. Veja: Mateus 25.14.30; Lucas 19.12-27. A ordem dEle é pregar o Evangelho para todas as criaturas em todas as nações. Como conhecedores e participantes do plano da salvação, a atitude esperada é a obediência voluntária.

Todos os cristãos são livres e capacidados para usar as aptidões que possuem em favor da expansão do Evangelho em todas as nações. Não existe um só ser humano na face da Terra que não possua aptidões natas, dadas por Deus,  para comunicar-se com seus semelhantes de alguma maneira.  E como servos do Senhor, temos o dever de usar as características natas da nossa personalidade para conscientizar as almas perdidas sobre a real existência além túmulo, dizer que há o céu e o inferno.

Jesus liberta o ser humano das garras do pecado, e realmente o torna livre (João 8.36). A pessoa que tem um encontro com Cristo é liberta. Em toda situação de liberdade existe a necessidade de lidar com a responsabilidade. A liberdade do cristão implica em praticar a ordem de ir ao mundo pregar o Evangelho aos que ainda estão aprisionados pela força do pecado. A decisão correta do cristão, liberto, é usar a liberdade responsavelmente, enviando a mensagem de libertação ao mundo.

O cristão precisa ter disposição para usar toda a inteligência, perspicácia, suas qualidades mentais e físicas para expressar amor ao próximo dizendo-lhe que todos somos pecadores e que só Jesus salva o pecador arrependido.

Ninguém escapará do momento da prestação de contas. Anexo à parábola sobre o trio de servos, reflitamos sobre a profecia contida em Isaías 34, emitida aos israelitas. Através dela entendemos claramente que o Senhor não trata nenhum inocente como culpado e não inocenta quem tenha culpa. São duras palavras de juízo, porém, exercício de juízo justo, em que escapam do castigo divino apenas os animais selvagens, porque eles não possuem deveres a cumprir naquela situação. E o pecador verdadeiramente arrependido.

São muitos os cristãos parecidos com o servo que recebeu apenas um talento. Todo cristão precisa levar em conta que o valor recebido para trabalhar é exatamente a quantia que ele tem capacidade para administrar. Então, é preciso pôr mãos à obra.

Faça a sua parte e empenhe-se na missão de evangelização de almas. De uma maneira ou outra, envolva-se em projetos de evangelismos locais e missões cristãs transculturais.

Talvez, não se sinta preparado para ir à luta, então, administre a "moeda" para que renda juro no banco. Entendo que a situação do "banco" seja a questão de financiar missionários e evangelistas em suas atividades ministeriais. Se não encontra em si mesmo a compêtencia de sair em campo, não enterre o talento que está em suas mãos, patrocine financeiramente evangelistas e missionários.

E.A.G.

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Artigo liberado para cópias, desde que haja citação do nome de autoria e fonte de coleta: Eliseu Antonio Gomes; Belverede - http://belverede.blogspot.com.br

Obs: "dentre as muitas edificantes mensagens do Blog Belverede, estou destacando e (re)publicando esta de 01 de agosto de 2012: http://belverede.blogspot.com.br/2012/08/servo-de-Cristo-liberdade-talento-coruja-profecia-Isaias-34.15.html"   (Arlete Oliveira)

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

FAMÍLIAS: A sugestão do Autor de Provérbios é o “temor do Senhor”


No temor do SENHOR há firme confiança e ele será um refúgio para seus filhos. Provérbios 14:26 


Salomão experimentou, na própria pele, o que significa viver em comunhão com o Senhor e o que significa afastar-se de Deus. Foi então, com conhecimento de causa que ele escreveu: “No temor do Senhor o homem encontra um forte apoio e também segurança para sua família” (Provérbios 14:26).

Há duas coisas que estão faltando na família de hoje: apoio e segurança. Pais se sentem desorientados. Filhos se sentem largados à sua própria sorte. Conseqüentemente, cada membro da família anda agarrando às suas próprias futilidades. A família atual está desunida e infeliz.

A sugestão do Autor de Provérbios é o “temor do Senhor” – o respeito ao Senhor, o amor ao Senhor, a comunhão com o Senhor. 

Pais e mães devem olhar para si mesmos e para o drama que virou sua família – a obediência à Bíblia e ao Senhor da Bíblia constituem o mais firme apoio para a construção da família funcional e feliz. E, quando isso acontece, quando o temor do Senhor capacita os pais, a família experimenta apoio visível e sensível. 

Filhos que vivem em famílias apoiadas no Senhor sabem o que é viver em segurança. Segurança profunda, o mesmo no meio da doença, do desemprego, das perseguições. Decidamos, como Josué: “eu e minha família seguiremos ao Senhor”.

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autoria: Pastor Olavo Feijó



sábado, 15 de agosto de 2015

Porco ou ovelha?

O temor do Senhor é o princípio de toda sabedoria. ( Pv 1:7)





Por Vanderléia Silva

O temor do Senhor é o fundamento da sabedoria, pré requisito para a obediência.
Mas por onde será que anda o temor dos cristãos?
Será que estão vendo Deus apenas como Amor? Esqueceram que Ele é justo, santo? Santidade não pode se misturar a pecado.
Alguns dias atrás ouvi uma frase: "Ovelha quando peca, fica triste." E o porco, mesmo que lavado, ao soltá-lo ele volta pra lama, todo feliz da vida.
Até ai eu não tinha relacionado essa frase ao estado geral da igreja.
Hoje não vemos pessoas chorando por pecar, arrependidas. Algumas até chegam a te contar sobre um pecado com risos, como se fosse um troféu.
tem "cristãos" vivendo como porcos, felizes na lama.
Pecado nunca foi ruim concorda?
Queremos o pecado bom, o gostoso, e se possível o escondido. Ah, o escondido!Esse sim é o melhor.
Estamos com a falsa ideia de que podemos brincar com o perigo, sempre queremos um pouquinho mais. cada dia um passo para o abismo, na esperança de que quando chegarmos bem pertinho dele podemos recuar.
Talvez culpa dos líderes que não pregam a necessidade de uma vida santa, que esqueceram ou deixaram de pregar sobre a volta de Cristo.
Cristãos estão usando a graça como desculpa para pecar. Nós somos a noiva de Cristo, nossas vestes precisam estar limpas.
Você já se acostumou ao seu pecado?
Já não chora mais ?
Não se arrepende?
Veja o que João diz em Apocalipse 22:10-12:"E disse-me: Não seles as palavras da profecia deste livro; porque próximo está o tempo.
Quem é injusto, seja injusto ainda; e quem é sujo, seja sujo ainda; e quem é justo, seja justificado ainda; e quem é santo, seja santificado ainda.
E, eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra."

Um conselho:abandone o pecado, renuncie o prazer momentâneo que ele te dá.
Faça isso enquanto há tempo, eu e você não temos o domínio sequer de um segundo de nossas vidas, ainda que Cristo não volte hoje nós podemos partir dessa vida.

Link do blog da Vanderléia: Cantinho Restaurado

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Dia dos Pais em 2015


Qualquer ser humano, adulto, sexo masculino, se saudável for, é capaz de gerar um bebê, uma linda criança. E dizer: “tenho um filho”; “olhem, tenho uma filha!”.

Mas, qualquer pessoa, biologicamente madura e com saúde, ao relacionar-se com outra de sexo oposto, que também estiver na plenitude de suas funções biológicas, não estéril, é capaz de gerar um ser humano.

Ser PAI é mais do que reproduzir a espécie.

O homem, que é um pai de verdade, é a figura presente na vida da criança. Ele ama. Amando, abraça, protege, alimenta. Brinca e ri junto. Educa. Corrige. Enfim, acompanha o crescimento do bebê até que ele se transforme em um adulto útil, gente do bem.


E.A.G.

Espírito de Independência


Nos atos
Grandes homens de Deus têm sempre agido independentemente e desafiado a sociedade ao fazê-lo. Os maiores reis do Velho Testamento, homens como Ezequias e Josias opuseram-se às práticas religiosas suas contemporâneas quando seguiram o caminho do retorno à vontade de Deus. 

Jesus desafiou consistentemente o decoro e chocou os escribas e fariseus voltados para a tradição. Ele comeu sem lavar suas mãos, fez coisas no Sábado, falou com mulheres em público, omitiu seus rituais de jejum, comeu com prostitutas e pecadores, etc. O Senhor queria bem desafiar as instituições religiosas e romper com os costumes convencionais.

Deveremos ver Jesus, então, como um rebelde, querendo meramente afrontar o costume estabelecido? Realmente, não. Jesus seguiu muitas coisas ensinadas pelos grandes rabis. 

Ele ensinou respeito por Deus e pela sua palavra. Ele cria que a Escritura não deveria ser desobedecida, nem mesmo em seus menores pontos (Mateus 5:18; João 10:35). Ele seguiu as leis sobre sacrifício e sacerdócio, guardou os dias festivos, etc. Ele concordava em muitas coisas com os fariseus e os escribas (Mateus 23:2-3) até mesmo quando ele deplorava a hipocrisia deles. 

Assim Jesus quebrou algumas tradições e guardou outras. Seu principal guia era a vontade do Pai.

Aquelas práticas aceitas que coincidiam com a vontade do Pai ele guardava impecavelmente, e seus inimigos o sabiam (João 8:46). Mas ele nunca hesitou em desconsiderar leis e regulamentos escritos e impostos por homens (veja Mateus 15:1-4). Jesus confiava em seu Pai implicitamente. Ele não era nem rebelde nem conservador. Ele queria fazer exatamente aquilo que o Pai disse sem considerar sua popularidade. Nesse sentido ele era independente e confiante nessa independência. Ele conhecia a vontade de seu Pai e nenhuma vez duvidou de que estivesse certo em guardá-la.

trecho do texto de Gary Fisher

http://www.estudosdabiblia.net/d96.htm



quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Belverede: alcança 3 milhões de visualizações em 6 de agosto de 2015.

Esta postagem é uma postagem de agradecimento. Gratidão a Deus, gratidão aos internautas que vieram nos prestigiar nestes oito anos de existência deste blog. 

Não somos, absolutamente,  nada sem o Senhor. E somos capazes de quase nada se não contarmos com as pessoas que Ele providencia para estar ao nosso lado nos apoiando, dispostos a compartilhar calor humano - mesmo que seja via comunicação virtual.


segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Conselhos Gerais

Por Eliseu Antonio Gomes

Os capítulos 5 e 6 da primeira carta de Paulo para Timóteo abordam questões do relacionamento do cristão consigo mesmo, com o próximo, com o materialismo e com Deus.

Como reconhecer o líder ideal

"Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento; que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia (porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus? ); não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo. Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo" - 1 Timóteo 3.1-7. Neste texto, Paulo apresenta os requisitos que o líder cristão deve apresentar. Com clareza, o apóstolo informa aos leitores da Bíblia que todo aquele que desempenha o exercício de bispo/presbítero (pastor) na igreja local, deve ser um ótimo exemplo como marido e pai, excelente modelo de cidadão e precisa ser uma pessoa humilde e equilibrada, com aptidão para ensinar. É imprescindível para a pessoa em posição de liderança corresponder aos requisitos estabelecidos pelo apóstolo, apenas com tal cumprimento a comunidade na qual lidera presta-lhe reconhecimento e tratamento digno (5.17).

Jamais devemos julgar pela aparência. "Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça" - João 7.24.

A orientação do apóstolo Paulo aos cristãos é para usar o viés da prudência e do bom senso de justiça, para jamais praticar a injustiça no julgamento de um líder cristão ou de um membro da igreja local.

No caso de presbítero repreensíveis, a orientação de Paulo a Timóteo é que não recebesse nenhuma denúncia de incompetência ministerial, ou prática pastoral soberba e autoritária, que não pudesse ser comprovada. Era preciso que a acusação tivesse no mínimo três testemunhas. E quando a denúncia fosse comprovada, o procedimento deveria ser o seguinte: "aos que pecarem, repreende-os na presença de todos, para que também os outros tenham temor" (1 Timóteo 5.19-20). 

Devemos trabalhar para o Senhor e não para os homens. "E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens, sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis" - Colossenses 3.23, 24.

O conselho de Paulo para o exercício pastoral de Timóteo é que ele não escolhesse presbíteros apressadamente e que não os mantivesse no posto pelo elo do corporatismo (1 Timóteo 5.22).

O crente precisa orar e vigiar para não cair em tentação. "Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca" - Mateus 26.41.

No episódio de Jesus Cristo orando no Getsêmani, ao prestar atenção às palavras do Mestre, aprendemos a lição sobre a obediência a Deus. Primeiro, Ele expressa o desejo de que o cálice seja afastado, depois revela a disposição de realizar a vontade do Pai.

É preciso manter a vigilância, para obedecer a Deus em todas as circunstâncias, pois a obediência e a fidelidade não é auferida pela disposição em fazer o que queremos, ao contrário, a medida ao obedecer a Deus. mesmo que a obediência tenha um custo muito caro.

Ao julgar, o cristão deve tomar cuidado com considerações precipitadas, pois é necessário separar o pecador arrependido do pecador impenitente (Mateus 26.36-46).

Como agir quando um irmão impenitente peca contra você? "Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão; mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu" - Mateus 18.15-18. 
Sobre o pecado da mulher adúltera e arrependida. "E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério; e, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando. E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes? Isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra. E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela. E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra. Quando ouviram isto, redargüidos da consciência, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio. E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais." - João 8.3-11.

Fomos criados em Jesus para as boas obras. "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas" - Efésios 2.8-10.

A Igreja, o organismo vivo e invisível, é edificado a partir de pecadores indignos, remidos através da obra completa de Cristo na cruz. Somos salvos pela graça para ser uma demonstração eterna da bondade de Deus, o crente não merece a salvação e não é capaz de fazer algo que possa vir a merecê-la (Efésios 2.1-10).

Ao crente, só é possível praticar boas obras após ser criado de novo pelo Espírito Praticar boas obras é consequência da experiência do novo nascimento (João 3.3; 2 Coríntios 5.17; Gálatas 5.22-25).

Além de Efésios 2.10, Paulo destaca a necessidade de o cristão praticar boas obras em outras cartas: Romanos 2.7; 2 Coríntios 11.8; Colossenses 1.10. O apóstolo faz eco ao ensino de Cristo, que dá imenso valor aos atos de caridade, conforme é entendido em Mateus 25.31-46.

A insensatez do homem revelada na busca por riquezas. "Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus" - Lucas 12.20,21.

Jesus trata do pecado do egoísmo e da avareza, ensina fazendo um contraste entre armazenar tesouros para si mesmo e ser rico para com Deus - rico no que diz respeito a Deus. É este último aspecto que importa aos seres humanos. Segundo as Escrituras, é tolice aceitar uma condição inferior a esta.

Conclusão

"O Senhor é longânimo, e grande em misericórdia, que perdoa a iniqüidade e a transgressão, que o culpado não tem por inocente..." - Número 14.18a.

O Criador é Deus de amor, longânimo, e seu objetivo é que toda alma humana seja salva. Assim sendo, Ele oferece nova oportunidade aos que pecam e com sinceridade se voltam à santidade e perdoa aos rebeldes e pecaminosos que se arrependem de seus atos pecaminosos. Ele é sempre justo e jamais inocenta aos culpados impenitentes.

E.A.G.

Compilação:
Ensinador Cristão, ano 16, nº 63, páginas 39, 3º trimestre de 2015, Rio de Janeiro (CPAD).
Lucas, Introdução e Comentário, Leon L. Morris, página 201, reimpressão 2011, São Paulo, (Vida Nova). 

sábado, 1 de agosto de 2015

Paz Duradoura


por Arno Froese
A paz não é somente a ausência de conflito ou de guerra, mas é um dom de Deus. Estou falando daquela paz que ultrapassa todo o entendimento (veja Fp 4.7). 

Essa paz não pode ser obtida depositando nossa fé em um sistema. Ela virá quando confiarmos em uma pessoa: o Filho de Deus, Jesus Cristo de Nazaré. 

Ele pagou o preço necessário pelo pecado da humanidade, que é a causa da guerra. Quando Ele derramou Seu sangue na cruz do Calvário e bradou "Está consumado!" (Jo 19.30), o pagamento estava completo. 

Agora todos aqueles que vêm até Ele pela fé pedindo perdão pelos seus pecados recebem o perdão e a paz. Por isso, sabemos que a única paz que receberemos com certeza é aquela que podemos oferecer para todo mundo através do Evangelho.

Essa não é uma paz coletiva, ela é individual. Não está baseada em um tratado, negociação ou acordo, tampouco foi escrita com tinta no papel. Ela foi selada com o sangue do Filho de Deus. Ele nos garante em  João 14.27: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize".

Trecho do artigo Agitação no Mundo Árabe - http://www.sefiel.com.br/blog/opiniao/index.php?page=46

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Bola colorida na areia da praia. By Eliseu Antonio Gomes

Bola colorida na areia da praia. By Eliseu Antonio Gomes
Cidade Ocean - Praia Grande - São Paulo/SP - Brasil.